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Alexandra Franchini Raffaelli
Vista Gaúcha - RS

Sobre o blogueiro:
Educadora Física, Especialista em Educação, Socioterapeuta N-1045 e mestranda em Educação nas Ciências Humanas. Na busca constante de sua ESSÊNCIA enquanto SER HUMANO, convida a todos para um encontro consigo mesmo através da abordagem de assuntos que envolvam nossa busca contante pela humanização.
 
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Alguns Trabalhos... Minhas andanças de aprendizagem...
 

Pedagogia da Fai promove oficina

Jornal Regional, 14 de Abril de 2010 às 19h39min

 O curso de Pedagogia da FAI Faculdades de Itapiranga promoveu mais um encontro com a oficina “Corporeidade e educação: relações de dor e prazer na experiência docente”. Segundo a professora Alexandra Raffaelli, o último encontro da Oficina de Corporeidade envolveu o grupo em diferentes momentos voltados às práticas corporais que podem ser vivenciadas durante o processo pedagógico, de forma a significar o corpo como agente do processo educativo.

"Precisamos aprender a aprender a ouvir nosso corpo,  perceber que em cada um de nós há muitas potencialidades e que estar abertos a elas é nosso maior desafio enquanto educadores em busca da humanização dos corpos-sujeitos. Fica neste último encontro o gostinho de envolver-se, recriar e ressignificar nossas ações, numa busca constante de descobrir-se a si mesmo", disse a professora.

Segundo as acadêmicas Magda Welter e Carla Berwanger, o curso foi de extrema importância para as acadêmicas, sendo que focalizou sentimentos, sensações e reflexões sobre o ser, o pensar e o agir de cada sujeito. Compreender o próprio corpo, a corporeidade, com todas as potencialidades, remete a um novo olhar perante os desafios diários de todo(a) educador(a).

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 29/08/2010 20:44
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Corporeidade, Palestra, corpo
 
 



A linguagem dos corpos
 

Alexandra Franchini Raffaelli e Ana Sara Castaman

Dos dias 21 a 23 de julho, as professoras Msc. Ana Sara Castaman e Alexandra Franchini Raffaelli participaram da XIII edição das Jornadas Transandinas, que ocorreu em Frederico Westphalen/RS, tendo como tema “Ensinar e Aprender em um Mundo Complexo e Intercultural”.
As professoras apresentaram um trabalho científico intitulado “A linguagem dos corpos na experiência de fazer tese e dissertação”, enfatizando que a academia é um dos espaços que permite o exercício da escrita, de se assumir um papel de seres aprendentes e a condição para a participação social. O trabalho abordou sobre a escrita e o pensar como experiências de cada dia, identificando algumas marcas e rastros que ficam no corpo em experiência da leitura e escrita durante a tese e a dissertação nas trajetórias, a partir das vivências acadêmicas.
Conforme as professoras, ”quando escrevemos, reencontramos marcas do espaço e do tempo em nosso corpo; que a experiência da escrita muitas vezes é dolorosa e faz com que os sujeitos somatizem, mas sabemos que dor e prazer andam juntos e a experiência por si só nos faz valer a pena. A trajetória, muitas vezes incerta, nos conduz a diferentes momentos que nos proporcionam vivências ímpares em nossas vidas”, concluem.
O artigo completo do texto das professoras pode ser visto nos anais do evento.
O evento, de acordo com as professoras, foi extremamente importante, porque trouxe discussões pertinentes à educação na contemporaneidade, além de terem socializado as pesquisas que estão desenvolvendo na FAI, com outros participantes do evento.
A jornada teve a participação de nove instituições, oriundas do Chile, Argentina, Uruguai, Peru, Paraguai e Brasil, além de grandes pesquisadores, como o Dr. Miguel Arroyo (UFMG), Dr. Fernando Becker (UFRGS), Dr. Eduardo Adolfo Terrazan (UFSM), Drª. Maria Clara Bueno Fischer (Unisinos) e Drª Maria Isabel da Cunha (Unisinos).

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 29/08/2010 20:30
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Jornada Transandinas
 
 



O trabablho me realiza, aprendo... Me encontro!
 

Recordar Ações X Atitudes e Escolhas

Jornal Regional, 27 de Novembro de 2009 às 13h09min

 

Recordar Ações X atitudes e escolhas, foi tema de palestra para as turmas do segundo semestre de pedagogia e matemática

No dia 25 de novembro, a educadora física, socioterapeuta e especialista em interdisciplinariedade Alexandra Franchini Raffaelli, palestrou sobre “Recordar Ações X atitudes e escolhas”, para as turmas do segundo semestre da pedagogia e da matemática.

 

A professora, a convite da mestre Ana Sara Castaman, fez o fechamento da disciplina de Psicologia da Educação, destacando questões pertinentes aos campos da Psicologia e da Educação: constituição do sujeito, identidade, escolhas pessoais e profissionais, ser professor, atitude, liderança e saúde e doença mental.

Ana Sara ressalta que a noite foi incrível, pois a professora Alexandra conseguiu interagir muito bem com a turma mediando o conhecimento a partir de dinâmicas, música e dança. A professora enfatizou que "precisamos ressignifcar diariamente nossos espaços e a nós mesmos para desenvolver ainda mais nossas habilidades e competências no campo pessoal e profissional”.

De acordo com professora Alexandra, "somos um projeto perfeito com inúmeras chances de dar certo! Nos construímos diariamente com objetivos, metas, desenvolvemos ações e acreditamos em algumas conclusões mesmo inacabadas, como pesquisadores da vida vivida, reconstruímos, ressignificamos, mediamos conhecimentos, fazemos escolhas, no entanto, precisamos despertar todos os dias para o reencontro com nós mesmos e acreditar em nossa capacidade”.

 

 

 

 

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 29/08/2010 18:27
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Palestras atitudes e escolhas
 
 



Seu dia pra mim é todos os dias!
 

 

Pai! Um grande homem, meu verdadeiro pai...Francisco Franchini, Chico!

Com você aprendi que a via vale a pena, que tropeçar é só uma forma que a vida encontra pra dizer filha, vai com mais calma... Olha acredito que nossas vidas já haviam se encontrado em algum lugar e desde então nossos destinos foram unidos, nada aconteceu por acaso, puxa pai! Eu te amo tanto!

Sei muito bem que fui escolhida por você, acredito que naquela manhã quando você escutou no rádio que havia uma menina precisando de uma família você não ouviu apenas a voz de um radialista, mas a voz de seu interior guiada por Deus dizendo vai... Esta menina faz parte da tua vida... Sabe o que é o melhor de tudo isso? É que me sinto amada por você, sempre me senti e isso dá sentido a minha vida.

Olha Pai, que orgulho tenho de você!  Se bem que a mãe sempre disse que se eu tivesse teu sangue não seríamos tão parecidos, ora mãe, acredito que a convivência cria a essência e a nossa solidificou o amor o carinho e também meu caráter, logo somos sim, bem parecidos. Aprendi ser sincera, aprendi a assumir meus erros, aprendi a falar até quando deveria calar, aprendi que ser filha do coração vale a pena.

Sabe hoje penso como dizer pra você o que representa pra mim, posso ariscar dizendo que é na minha vida um alicerce, no qual me apoiei e me apoio até hoje, que me faz sentir que pelo amor somos criados e por amor sobrevivemos, pai pra mim você é o mais puro amor aquele que sobrevive a tudo e a todos, que o tempo pode até deixar marcas, mas aquelas que jamais serão esquecidas.

Que bom ter você pertinho de mim mais uma vez, você realizou um sonho e me fez sentir-me menos sozinha, to me sentindo cuidada novamente como antes, é tão bom! Mais uma vez Deus nos coloca mais próximos do que nunca, ter este privilégio de tomar um chimarrão com você quase todos os dias é muito bom, abraçá-lo e te dar um beijo é melhor ainda, hoje já esta tão diferente de quando eu pedia insistentemente “dá o colo pai!” os anos passaram, hoje com muita alegria vejo minhas filhas no teu colo, e o meu amor por ti... O nosso amor por ti... Aumenta cada vez mais.

Pai não foi por acaso que fui escolhida por você! Deus quis te dar um presente ao mesmo tempo quis que eu fosse presenteada, a adoção concretizou um sonho divino, algo que na lei dos homens só sabem o verdadeiro valor quem realmente sabe que ser pai é adotar seu filho desde o primeiro momento que sabe que vai ser pai! No teu caso pai, quando me viu naquele berço do hospital. Uma criança estranha, que precisava de ti e que apenas cresceu um pouquinho, mas continua precisando de você, dos teus cuidados...

Pai, Eu amo você!

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 08/08/2010 21:21
 
Categoria(s):  Família
Tags: amor, dia dos pais
 
 



Repensando a Dimensão Estética
 

No deleite de minha escrita(dissertação), estou refletindo sobre a dimensão da estética na cultura corporal de movimentos...Deixo aqui uma breve passagem de minhas leituras e releituras deste fim de semana...

Para Santin (1995 p. 08) estética “ lembra aisthesis, que significa sensibilidade, que é viver ou vivenciar isto é, sentir-se e sentir com o outro, o substrato do costume.” Desta forma se pensa que tudo que vemos ou percebemos pode ser explicado única e exclusivamente pela racionalidade das coisas, no entanto a estética contrapõem e pensa que este olhar pode ser de forma a perceber a concretude da vida, se percebe as coisas e se define e redefine uma realidade, é um olhar de sentimento, não apenas se enxerga, mas se sente, neste sentido Santin (1995) ainda completa e nos faz refletir que o sujeito além de ser pensante, assume o papel de ser vivente.

A PESQUISA CONTINUA ...

Não tenho pretensão e nem teria a ousadia de me contrapor à ciência e a razão e falar de algo que nos parece tão subjetivo, no entanto quero contribuir com este universo de ideias a ser pensado, é um risco, mas todo desafio nos faz construir e reconstruir conhecimento, desta forma arrisco um “olhar” subjetivo, pois, “subjetividade tem a ver com querer conhecer a verdade e o que se conhece pode-se manifestar objetivamente, pode-se objetivar através das próprias capacidades e modalidades do agir e pensar”, Kunz (2006, p. 109).   

Em um mundo onde a sensibilidade parece estar anestesiada, onde se vive sem mesmo saber como os dias passam tão rápido, onde se coloca no querer e no poder muitas chances de se viver melhor, busco reflexões na pretensão de mais do que nunca me entender no mundo e ressignificar para contribuir. A pesquisa esta continua... Reflexões e ações... Sentimentos e sensibilidades...Sou uma pessoa que acredita que tudo que se faz vale a pena... Pode que seja bom, pode que seja não tão bom assim, mas o mundo felizmente precisa de ambos para refletir e retransformar!!!

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 03/08/2010 00:44
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Estética, educação
 
 



Como é bom conhecer pessoas !
 

Penso em cada pessoa que passa em minha vida, que deixa em meu ser uma certeza ... Viver vale a pena, ser professora vale muito mais, conhecer vocês é como se nossas vidas de certa forma já tivessem sido escritas em alguma página por aí e o vento se encarregou de nos fazer reencontrar. A vocês meus alunos, um afetuoso abraço, daqueles que se sente a batida do coração... Vocês fazem parte da minha vida!

Em nossa trajetória conhecemos pessoas, e nos reconstruímos enquanto "ser", nesses espaços vamos sublinhando a nós mesmos,  destacando as partes mais importantes e dando um olhar diferenciado às outras, buscando um espaço para a reflexão e ação num pensar pedagógico voltado para a humanização de cada ser, de nós mesmos, do eu que precisa de você, indo ...Construindo ... Reconstruindo ...”                           

Profª. Alexandra Franchini Raffaelli

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 28/07/2010 21:55
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Conhecer, pessoas
 
 



LUDICIDADE E AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO
 
Como é bom dialogar sobre o ato de educar! Como é bom repensar a educação e ao mesmo tempo nos perceber inseridos neste processo como parte de um todo, como parte que quer e pode fazer uma grande diferença. Muitos escritos, ideias sao produzidas na nossa área profissional e por vezes ficam guardados, são palavras que precisam ser refletidas, pois, foram pensadas apartir de um momento, de um contexto. Como já dizia Marques (2008), "Não fiz mais meu livro do que o livro me fez."
Nos contruímos e nos modificados e nesta metamorfose somos convidados diariamente a nos conhecer e perceber que nós precisamos do mundo e o mundo precisa de nós! Muitas vezes nos debruçamos sobre livros de célebres pensadores, nos percebemos fracos, nos sentimos incapazes, deixo com vocês um texto de um aluno-colega-professor que nos faz acreditar que:
                             
"SER PROFESSOR VALE A PENA,
    SER CÉLEBRE ESCRITOR SÓ DEPENDE DE NÓS"!
Alexandra/2010
 
 
Prof. Ivan Roberto Ferri
Biólogo, Vice-Diretor da Escola Érico Veríssimo de Vista Gaúcha
Pós - graduando em Gestão Escolar/FAI Faculdades/Itapiranga SC
Texto da disciplina: Afetividade, ludicidade e educação/ministrada pela Profª. Mst. Alexandra Franchini Raffaelli
 

LUDICIDADE E AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO,

POSSIBILIDADES E RESIGNIFICAÇÕES

Ivan Roberto Ferri

ivanrferri@hotmail.com

 

            No contexto da educação atual, promovem-se grandes discussões, debates e embates em torno destes temas: Ludicidade e Afetividade. Fácil discutir, mas ao mesmo tempo nos deparamos com grande dificuldade em inserir estes dois parâmetros e conciliá-los para a construção de uma educação cada vez mais humana.

            A expressão “lúdico” ainda é interpretada erroneamente por muitos educadores e também autores, como sendo apenas restrita ao brincar e o jogo, movimentos repetitivos e que fazem com que momentaneamente os alunos sintam-se “bem”. Esta definição ficou para traz, pois, o lúdico envolve muito mais do que brincadeiras ele é parte integrante da formação humana envolvendo a sensibilidade e personalidade. O lúdico promove a vivência do aluno consigo mesmo e com os outros, isso o torna sujeito integrante e participante do grupo que ele participa trocando emoções e solidificando com isso a razão.   

A razão e emoção são partes integrantes de um todo e não podem mais, no contexto atual, serem separadas e tratadas cada uma de maneira particular. Segundo Almeida (2009), “a criança necessita de estabilidade emocional para se envolver com a aprendizagem”. O lúdico promove esta estabilidade levando a criança a ter uma mente mais aberta ao aprendizado, uma vez que proporciona o aluno a espontaneidade não importando o resultado em si, mas a ação vivida e aprendida.

            “A afetividade como sustentáculo significativo e fundamental de uma pedagogia alicerça na arte-magia interdisciplinar do ensinar-aprender” Rojas apud Almeida (2009). Existe uma corrente que se torna essencial para o processo de formação do educando, o lúdico promove o envolvimento do professor com o aluno enquanto este envolvimento gera a afetividade. A afetividade, resultado do lúdico, é parte integrante do cognitivo da criança, não podendo mais ser separada em parte afetiva da cognitiva.

            O contexto atual nos remete a uma escola com grandes e temerosos problemas afetivos advindos, talvez, do não conciliar a ludicidade e afetividade para a criação do todo.  Esse todo envolve professores, alunos e sociedade, pois o reflexo desta conciliação se dará nos futuros cidadãos formados por esta educação global e inclusiva que tanto é comentada e pouco desenvolvida, talvez por nossa própria ingenuidade de nos acomodarmos ou de não sermos capazes de enfrentar.enfrentar nossos medos. Segundo Freire (1993), o pânico é o estado de espírito que paralisa o sujeito em face de um desafio reconhecido sem nenhuma dificuldade como absolutamente superior a qualquer tentativa de resposta. Fica a reflexão para nós professores, quais são nossos medos, nossos pânicos?

            Quantas vezes nos deparamos frente ao espelho com alguém que desistiu perante a um desafio por ter medo de mergulhar e buscar, por mais difícil que seja, o entendimento de fatos de nossa vivência? Mas estamos aí, para continuarmos basta ressignificar, e ao tentar outra vez vamos nos reconstruindo e construindo ao mesmo tempo uma educação bem mais humanizada.

 Referências:

ALMEIDA. Anne, Recreação e ludicidade como instrumento pedagógico. Minas Gerais, 2009. Disponível em http://www.cdof.com.br/recrea22.htm> acesso em 10/06/2010.

FREIRE. Paulo R. Professora sim tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Editora Olho d'água. 6 ed. 1995, 127 p.

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 23/07/2010 13:17
 
Categoria(s):  Educação
Tags: Ludicidade
 
 



Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito...
 
Amigos, divido com vocês estas palavras de Fernando Pessoa...
Beijos no coração de você ... Meu amigo irmão!
 
"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril."  
Fernando Pessoa
 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 20/07/2010 21:05
 
Categoria(s):  `Reflexão
Tags:
 
 



Caricatura uma arte
 

 

Caricatura/ Alexandra F. Raffaelli

Aluno/artista: Itamar Brandilisi

Itamar é aluno da 6 Série da escola Érico Veríssimo/  VG, certo dia ao me mostrar seus desenhos, os quais são de muita expressividade, o desafiei a fazer minha caricatura, qual foi minha surpresa quando me apresentou este desenho, adorei a arte, percebo que além da criatividade o aluno gosta do que faz e isso o impulsiona a desafiar-se a fazer cada vez melhor! Parabéns!

A Carícatura busca dar ênfaze em alguns traços que marcam a pessoa, ela carrega uma expressividade do artista o qual brinca com os traços e deixa um efeito engraçado na representação. 

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 16/07/2010 16:18
 
Categoria(s):  Sem Categoria
Tags:
 
 



Sorria pra vida! Hoje é Segunda!
 

Se você assim como eu acredita que a cada dia recebemos um lindo presente divino, embrulhado como nós quisermos e dentro do pacote... Surpresa! Aquilo que também quisermos! Faça desta segunda chuvosa o melhor dia de sua vida...Vamos ainda ha tempo... Tente!

Beijos!

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 12/07/2010 14:13
 
Categoria(s):  `Reflexão
Tags:
 
 



Lá vem a Segunda!!!
 

Recebi esta mensagem e acredito que vocês vão adorar refletir!

Tenham todos uma ótima segunda... Ótima semana ...

Segunda-feira

Autora: Adriana Falcão

 

Toda segunda-feira começa cedo mesmo que se acorde tarde.

  As segundas, aliás, começam quase sempre na véspera, “amanhã já é segunda” (toda noite de domingo traz com ela, além da depressão habitual e do som de uma TV ligada, uma segunda-feira inevitável).

  Toda segunda, há uma promessa a ser cumprida, pelo menos uma, muitos ônibus lotados, atrasos motivados pelos mais diversos motivos e um alto índice de enfartes.

 Toda segunda tem esperança de um telefonema que mude a sua vida, tem um papel pra ser assinado, tem uma prestação para se botar em dia e tem uma importante decisão a ser tomada.

 Toda segunda tem um pouquinho de primeiro do ano.

 Toda segunda, um cantor de bar fica rouco, um bailarino está exausto, um artista de teatro aproveita sua folga até a próxima quarta e a namorada de um garçom capricha na lavanda.

 Toda segunda, um homem que bebe procura urgentemente uma desculpa.

 Toda segunda tem alguém que parou de beber, tem alguém que parou de fumar, tem alguém começando uma dieta.

 Toda segunda, em um prato, em uma cozinha, tem um resto de bolo de chocolate.

 Toda segunda, as agendas das garotas acumulam novos ingressos de show, notinhas de bar, pétalas de flor, guardanapos de papel, bilhetes de amor e ficam ainda mais gordas.

 Em compensação, as folhinhas, se é que ainda existem folhinhas, vão ficando mais magras.

 Toda segunda tem pelo menos um bom dia que é dito com alegria por alguém que encontrou o seu amor no final de semana, e pelo menos um que é dito com tristeza por algumém que perdeu o seu, ou porque ele se foi, ou porque o amor perdeu a graça.

 Toda segunda, secretárias com muitas aventuras pra contar deixam os chefes malucos atrás de documentos, relatórios e cronogramas.

 Toda segunda, os desenganados têm mais um domingo pra contar e os infelizes da vida ficam contentes porque têm menos um domingo pela frente.

 Toda segunda, alguém começa uma contagem regressiva.

 Toda segunda, uma expectativa se estabelece.

 Toda segunda, um prazo se esgota.

 Segunda sim, segunda não, já se passou uma quinzena e alguém continua esperando alguma coisa que não chega nunca.

 Toda segunda, existe um trabalho chatíssimo pra fazer, a não ser que, sorte a sua, seja feriado.

 Toda segunda é ensolarada, mesmo as mais chuvosas, só pra arruinar o humor da humanidade.

 Toda segunda é igual à outra, menos se o seu time ganhou, se o despertador não tocou, se o seu filho nasceu ou se um terremoto destruiu a cidade.

 Toda segunda, não sei quantas crianças, umas de parto normal, umas de cesariana, e todas elas, benza Deus, segunda que vem vão completar uma semana.

 Toda segunda, faz um ano exato que um fato qualquer aconteceu e para alguma pessoa, por algum motivo, isso tem uma enorme importância.

 Toda segunda é meio lembrança, meio começo, meio cansaço, meio maçante, meio preguiça, meio esperança.

 Toda segunda tem alguma coisa ruim, alguma coisa boa e uma péssima fama

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 11/07/2010 23:02
 
Categoria(s):  `Reflexão
Tags:
 
 



BRASIL! A TRAJETÓRIA VALEU A PENA, A DERROTA NO JOGO NOS FAZ VENCER NA VIDA...
 

Google imagens/Vamos preferir esta imagem!

Coração forte, momentos fortes, emoção a flor da pele... Dor, lagrimas, desespero, 10 jogadores e o Brasil inteiro junto, o ideal seria que a razão falasse mais alto, mas haja emoção... Ainda bem que não tenho problema cardíaco pois se tivesse talvez seria eu dizendo tchau.

Vencíamos por 1 a 0, minuto vai minutos vem, perdemos agora aos 33 minutos do segundo tempo de 2 a 1, falta contra o Brasil, expressão de medo dos jogadores brasileiros. Bom, nesse instante fica apenas jabulani, coração e angustia. Escanteio, a bola passa na frente do gol, terceiro escanteio em seqüência... A bola não entra... Desespero...

Podemos perceber o desequilíbrio no jogo, e podemos acreditar que o maior desequilíbrio é o emocional não se quer perder, mas se esta perdendo. Sabemos que foi maravilhosos os momentos vividos, a trajetória até este momento, querer a vitória é meta de ambos os times, mas nós sofremos mais neste momento, e a esperança o que é a esperança?  Galvão esta sem voz e nós tentando juntos com Daniel Alves aos 44 minutos fazer o gol, mais uma vez não deu...

Aos 47 minutos acaba o jogo, mas não o sonho, 2014 vai chegar... Perdemos o jogo, mas a batalha continua... Jogadores corajosos correndo em campo, quem culpar? Se fosse assim, se fosse assado...Puxa vida agora o "se" não adianta mais.  Entre lágrimas  Julio Cesar fala, ‘’futebol tem dessas coisas, agora a gente tem que sair de cabeça erguida, mas a gente sabe que a cobrança é muito grande’’(Julio Cézar). Coragem goleiro, ÉS O MELHOR DO MUNDO! As lágrimas dignificam teu ser... És campeão na vida com certeza...

Amigos leitores, eu queria, você queria, nós queríamos muito este título, quantas coisas queremos em nossa vida? E quantas deixamos escapar por nossas mãos, quantas cobranças? Mais uma vez se comprova que O QUE VALE EM NOSSA VIDA É A TRAJETÓRIA VIVIDA... A CHEGADA, O PONTO FINAL NEM SEMPRE É O QUE QUERÍAMOS TER...

Os momentos que vivemos em cada jogo de vitória ficou marcado, foram emoções maravilhosas, foi isso que valeu a pena, o prazer satisfaz, a derrota nos faz refletir, nos permite uma abertura de consciência.  Nesta semana ao passar na frente da prefeitura de Ijuí, li a seguinte frase e percebi que reconhecimento marca muitos gols em nossa vida vivida:

DUNGA, FILHO DESTA TERRA, IJUÍ TORCE PELA SELEÇÃO!

Não veio o titulo, ele ficou mais uma vez... Mas técnico, és um ser humano como todos nós amados como filho de uma terra, terra Gaúcha, odiado sim, por muitos que ainda por hipocrisia sem fim, não aprenderam que para ocupar determinados cargos e lugares é preciso ter muita força e capacidade de saber ganhar e ter dignidade e humildade na hora da perda, “se entrar no vestiário agora vocês veriam a fisionomia dos jogadores e entenderiam melhor” (Dunga).  Sim técnico, são seres humanos! É fácil criticar, mas o sabor de sua lágrima ninguém sabe argumentar.

Vamos, a vida continua ter a capacidade de fazer de um momento um grande aprendizado é nosso dever é nossa obrigação enquanto seres humanos em busca da humanização, acredito já ter falado esta frase, mas não me cansarei de reescrevê-la sempre que perceber a oportunidade de reflexão e  reconstrução de nosso ser. Beijo no coração de todos que leram este texto até aqui, acreditem está carregado de sentimento e emoção de alguém que acredita que viver e ser brasileira vale à pena.

Para refletir: O que vale nessa vida vivida é a trajetória...

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 02/07/2010 13:54
 
Categoria(s):  `Reflexão
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É bonita ...É bonita e é bonita! ....
 

É tempo de recomeçar... É tempo de dar-se o tempo e reviver, reinventar, tentar renovar em nosso coração o que parece estar perdido, as vezes nos percebemos fracos, sem ânimo, sem ... sem... Tudo! Hoje temos a benção de uma nova semana, cheinha de horas e minutos, segundos e momentos nos esperando, cabe a nós, sermos audazes e tentar fazer de cada momento um etermo aprendizado.

E a capacidade? Puxa esta nós temos de monte, temos apenas que nos dar conta do quanto somos capazes. Tem um trecho de uma música que adoro muito e que poderia nos auxiliar nesta reflexão " Viver e não ter a vergonha de ser feliz, cantar a beleza de ser um eterno APRENDIZ... Eu sei que a vida devia ser em melhor e será, mas isso não impede que eu repita é bonita é bonita e é bonita!" 

ÓTIMA SEMANA!

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 28/06/2010 13:13
 
Categoria(s):  `Reflexão
Tags:
 
 



Texto reflexivo da aluna Caroline Tombini/ Após filme Um sonho possível!
 

UM SONHO É SEMPRE POSSÍVEL ACREDITE...

 Caroline Tombini

8 Série - Escola E. E. M. Érico Veríssimo/ Vista Gaúcha

Ás vezes, por um simples “não” ou por algo que nos magoou, ou até talvez por falta de vontade, de pensamentos positivos ou sei lá mais o que pode afetar uma pessoa, deixamos nossos sonhos, nossos objetivos, nossa vontade de ser feliz, ou de mudar o mundo o nosso mundo, não corremos atrás do que realmente importa não nos sentimos felizes por estarmos aqui, por termos as oportunidades que temos, não agradecemos pelo simples motivo de sermos felizes, não pensamos na nossa sorte.

Pois veja bem, até para nascermos nós fomos os que conseguimos ser os melhores e para quê? Se existem pessoas que não sabem o quanto são especiais, se sentem inferiores, rebaixadas, sem sorte, mas como sem sorte? Aliás, o que é a sorte? Quem faz a sorte somos nós mesmos, ou vai dizer que, num exemplo bem comum, tal fulano conseguiu nota 100 na prova, foi por sorte, pois alguns dizem: “Que sortudo!“ Não, não mesmo, não foi por sorte que ele conseguiu, foi porque ele se preparou, ele estudou, ele buscou por seus objetivos, ele batalhou, não foi à nota que caiu do céu, ele dedicou-se para merecer o 100, na verdade, então, nossa sorte quem fizemos somos nós. 

Nossos sonhos, nossos objetivos são alcançados porque corremos atrás das oportunidades, ou ás vezes, elas vem até nós, na real, podemos mudá-las em poucos segundos, podemos transformar tudo o que quisermos, basta ter força de vontade, ser uma pessoa do bem, ser felicidade. Não precisamos ligar para as coisas ruins, literalmente fechar os olhos, ter um sorriso estampado no rosto, porque rir além de fazer bem para você faz bem para as pessoas que estão à sua volta, para seus amigos! Ah, os amigos! Ás vezes eles nem tem ideia de quanto são nossos amigos, ás vezes, nós mesmos nem pensamos o quanto eles são nossos amigos, amigos são únicos, insubstituíveis e inesquecíveis! Nossos familiares, aliás, você sabe o que significa FAMÍLIA em inglês? Sim, FAMILY?

F           A           M        I           L         Y

Father and mother I love you!

Pense, eles são muito importantes, você mora com eles, foi criado por eles; tem pessoas que dizem: “Ah, mas minha mãe me abandonou, ou me deu pra outra pessoa me criar”, mas na verdade, mãe é quem nos educa, nos dá casa, comida e roupa lavada, (e acho que isso fará falta um dia), além disso, nos dá amor, carinho, dedicação, compreensão, nos trás a paz quando nos abraça após uma tristeza.

Nós é quem podemos mudar o que somos, não podemos esperar pelos outros, temos que viver cada instante, sim, como se fosse o último, compartilhar nossas alegrias, ou até nossas tristezas, com os nossos amigos, com quem nos der um ombro pra chorar, pra rir, ou pra, simplesmente, conversar, tornar a vida melhor!

Estar do lado de quem amamos, tratar cada acontecimento como um aprendizado, na real, há males que vem para o bem, acreditar no nosso potencial, em como eu sou bom ou boa, buscar sempre o melhor, e o mais importante de tudo: nunca, jamais, em possibilidade nenhuma. Mesmo que, tudo pareça estar contra você, mesmo que ninguém acredite em você, seja forte, pense alto “eu acredito em mim!”, “Deus acredita em mim!”, e se ele acredita e você também, vá em frente, mesmo que, apesar dos pesares, você pense em desistir, sonhar sem medo de falhar, pois quem vence sem riscos, triunfa sem glória, então: torne sua vida um sonho possível!

 

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 21/06/2010 16:05
 
Categoria(s):  Educação, `Reflexão
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Como é difícil elogiar
 

 

Mais uma vez se comprova... Nossas ações são de muitas emoções... Brasil 3x1, que maravilha a sensação de vitória, mas e o jogo? E os jogadores? O povo? As criticas, mesmo vencendo muita gente exclamando 3 a 1 sofrido, poderiam ter jogado melhor, não foi um bom jogo, é tão difícil elogiar? Ou ao nossos olhos o sofrimento é maior por estarmos envolvidos de corpo inteiro com o jogo em si e nao queremos demonstrar que sofremos, então criticamos. Ficou claro os lances antidesportivos de ambos os times, mesmo assim sofremos com a saída de Kaka, e os empurrões? Esses foram extremamente desnecessários.

O Brasil para! E há um grande movimento ao mesmo tempo, se espera que haja uma vitória e se vive a vitória em qualquer lugar do Brasil. Uma frase de Julio César (goleiro) me fez refletir “eu já assisti  copa do mundo daí de casa, e hoje estou aqui”, que menino não sonha em um dia estar do lado de lá e de dentro do gramado poder dizer a mesma coisa? Sentimos, vivemos e nossa sala de estar nunca mais será a mesma no momento em que nos permitimos sentir a dimensão estética do jogo em si.

E dali Brasil! Mesmo contra todo o ataque corporal da Costa do Marfim, vamos combinar, os lances que a televisam nos proporciona ver num zoom maravilho, demonstram lances monstruosos, uma dor horrível aos nossos olhos, e nos perguntamos por que tirar o Kaká? Alguém precisava sair não acredito que fosse ele, no entanto como bom árbitro ele não teve aulas de malandragem, pois foi o que o jogador da Costa fez... Vai Kaká ... Deixa espaço para mostrarmos mais talentos que estão no banco.

Para muitos brasileiros o resultado pode ser 10 a 0 e mesmo assim será difícil elogiar, que dificuldade elogiar, e isso também pode ser visto na vida, que dificuldade de elogiar as ações do outro. Para mim a seleção estava contra outra seleção, homens x homens, SERES HUMANOS x SERES HUMANOS, mas fez uma ótima atuação, jogou de corpo inteiro, o resultado foi positivo e continuamos aí... Os mesmos homens e uma nova faze ...

Que nossas vuvuzelas possam ser ouvidas, até a tão sonhada final!

 

E o Basil continua verde e amarelo...

 
Escrito por:Alexandra Franchini Raffaelli - 20/06/2010 18:52
 
Categoria(s):  `Reflexão
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